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Resp. Técnico: Dr. Sergio Lenharo - CRM 29628/SP
ANS 42016-6
Notícia

04/Mar

2019

Dengue, o que fazer?

Ação Social Santa Casa Saúde - Informe nº06/2019

Fique alerta! No estado de São Paulo a dengue está se espalhando.

A prevenção ainda é o melhor remédio e para isso temos que evitar a proliferação do mosquito. A doença somente é transmitida pelo Aedes aegypti que ao picar alguém infectado fica apto a transmitir o vírus a outra pessoa, não havendo risco de transmissão pelo contato direto com uma pessoa doente ou suas secreções.

O Aedes aegtttypti é um mosquito doméstico, que vive dentro ou ao redor de domicílios ou de locais frequentados por pessoas. Ele tem hábitos diurnos e alimenta-se de sangue humano, mas como bom oportunista também pode picar a noite.

A primeira medida para o combate da dengue é não permitir a reprodução do mosquito, não deixando água parada, podar áreas com mato perto da casa, colocar redes nas janelas, usar repelente e sempre que possível usar calça e camisa com mangas compridas.

O Aedes aegypti gosta de temperaturas elevadas e clima úmido, tanto que a maior incidência de dengue ocorre no verão, nas áreas tropicais e subtropicais que apresentam condições ambientais favoráveis ao seu desenvolvimento, ocorrendo em todos os continentes, em mais de 100 países, exceto na Europa, onde os surtos da doença são muito raros.

Existem duas formas de dengue: a clássica e a hemorrágica.

A clássica é a mais comum e os principais sintomas são; febre, dor de cabeça, dores no corpo, nas articulações, atrás dos olhos, náuseas, vômitos e podem durar por aproximadamente 6 dias e muitas vezes é confundida com uma gripe. Normalmente tem evolução benigna.

A hemorrágica é a forma mais grave da doença. Se não tratada adequadamente pode levar à morte.  Além dos sintomas da dengue clássica, há tendência para hemorragias pois ela causa alterações no processo de coagulação sanguínea, dores abdominais, dificuldade respiratória, agitação, sonolência, pele pegajosa, pálida e fria. 

A palavra Dengue é de origem espanhola e significa “manha, melindre, estados em que exatamente se encontra a pessoa doente”. 

Além da dengue, o Aedes aegypit também é transmissor da Chikungunya, Zika vírus e febre
amarela urbana.  A eliminação dos focos só depende do empenho da população.